“A gente vai construir isso a quatro mãos, vamos reconstruir essa proposta de futsal a quatro mãos, junto com o clube. Vamos [empresa e agremiação] construir elenco, construir comissão [técnica]“, acrescentou o executivo.
Com o acordo, o São Paulo quer aproveitar o embalo de crescimento de uma das modalidades mais praticadas do país, enquanto a Penalty tem como objetivo reafirmar seu posicionamento no futebol como um todo, seja de campo, quadra ou society.
A ideia de parceria também no futsal partiu do clube quando da negociação do plano que envolve o fornecimento de material esportivo, novo conceito de lojas espalhadas pelo país e ações no Morumbi, inclusive com a empresa assumindo a megaloja do estádio.
Questionado novamente se a ação do futsal não está contabilizada dentro dos mais de R$ 35 milhões anuais que a empresa pagará ao São Paulo, como ambos anunciaram, o gerente geral garante: “Não, não tem nada a ver.”
E quanto custará a operação desse contrato à parte do futsal? “As decisões de contratação, as decisões de remuneração, de infraestrutura, essas decisões vão ser sempre tomadas a quatro mãos, e os valores desse contrato nós não abrimos em concordância com o São Paulo”, respondeu Gouveia. Na quarta-feira, a versão online da revista “Época Negócios” noticiou que São Paulo e Penalty inflaram o valor anunciado do acordo sobre material esportivo [que, na verdade, é mais amplo]. Clube e empresa negaram.
Procurado pela reportagem, o vice-presidente de marketing do São Paulo, Julio Casares, limitou-se a dizer que será um trabalho em parceria no futsal. A Liga Futsal começará no dia 15 de abril e terá 19 equipes, entre elas a Suzano/Penalty/São Paulo.
Fonte: ESPN.com.br

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